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7 mudanças que vieram para ficar nas redes de fast food

Lojas lotadas, filas enormes, mesas compartilhadas e bebidas e molhos no modelo self-service. As redes de fast food estão habituadas a atender milhões de clientes todos os dias. Entretanto, o medo e o isolamento causados pela pandemia do novo coronavírus despertaram nos negócios e nos consumidores mudanças de comportamento que podem ser permanentes. O cuidado redobrado com a higienização de ambientes e alimentos, que até então era considerado exagero, se tornou algo natural.

O McDonald’s, maior rede de fast food do País, com mais de 1 mil restaurantes que recebiam 2 milhões de clientes por dia em média, se prepara para a reabertura ao público com metade das mesas vetadas aos clientes para garantir o distanciamento social e cardápio com 30% menos opções em relação ao que era oferecido antes da pandemia.

Veja algumas modificações que podem transformar para sempre nosso contato com esses estabelecimentos.

FUNCIONÁRIOS COM EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO

Obrigatoriedade durante a pandemia, as máscaras devem seguir como item de série no processo de reabertura dos salões de bares e restaurantes. Mesmo agora, com os estabelecimentos operando apenas através do drive-thru, entregas e com 40% de lotação para o serviço presencial, os procedimentos de proteção, como o uso de luvas e máscaras, seguirão fazendo parte do dia a dia desses negócios. Em outros lugares do mundo, o McDonald's, por exemplo, já adiantou que terá máscaras faciais disponíveis para os clientes na entrada de suas lojas como parte do plano de reabertura do restaurante.

O FIM DAS MÁQUINAS DE REFIL DE REFRIGERANTE

Hábito recente das redes de fast food no Brasil, as máquinas de refil de refrigerante podem desaparecer dos salões. O mesmo pode acontecer com a forma de servir molhos, como mostarda e ketchup nos balcões. Nos Estados Unidos, as milhares de lojas do Burger King, Popeye's e Tim Hortons mudarão suas políticas quando reabrirem, o que incluirá o desligamento das máquinas de distribuição de refrigerantes self-service.

CAMINHO GUIADO

Setas, caminhos bloqueados, cones e um número menor de caixas abertos passarão a ser práticas regulares adotadas como medidas de distanciamento social. Assim como muitos já mostraram, vale também reposicionar mesas e cadeiras para distanciar os clientes uns dos outros. As lojas também usarão adesivos de piso para marcar os caminhos a serem percorridos dentro da loja, evitando circulações desnecessárias e respeitando os dois metros de distância uns dos outros.

LIMPEZA RECORRENTE

Se algumas dessas redes de alimentação deixavam a desejar no quesito limpeza, isso deve ficar no passado. De acordo com o plano de reabertura do McDonald's em países da Europa, os funcionários responsáveis pela limpeza dos salões estão sendo treinados para higienizar mesas após cada uso, limpar banheiros a cada 30 minutos e a desinfetar áreas de alto contagio, como tablets, leitores de cartão de crédito, bandejas e maçanetas repetidamente.

SEM PLAYGROUND

O playground é a área preferida das crianças e ajudava muitos pais a completarem uma refeição sem tantas interrupções. Mas, é possível que daqui pra frente isso seja ressignificado. Fonte de germes e bactérias, os equipamentos infantis devem permanecer fechados ou até mesmo desaparecer desses ambientes.

DRIVE THRU COM MUITA FILA 

Embora muitos países já tenham começado a reabrir seus salões, as entregas por aplicativos e o drive thru ainda serão as formas mais utilizadas para atender os clientes, nos próximos meses. Dados do NPD Group, empresa americana de pesquisa de mercado, revela que em março o serviço de drive thru nos Estudos Unidos gerou US$ 8,3 bilhões em vendas em toda a indústria de fast-food.

No Brasil, muitos dos negócios que já foram liberados a voltar a funcionar parcialmente com público, optaram por se resguardar – eles ainda não abriram as portas e enfatizam a opção de drive thru para seus clientes como a opção mais segura.

PAGAMENTOS SEM CONTATO

Amplamente discutido, o compartilhamento de itens exposto a múltiplos toques pode aumentar exponencialmente a propagação de germes, bactérias e outros vírus, portanto, alternativas de pagamento que limitem o contato presencial serão cada vez mais valorizadas.   Fonte: Diário do Comércio

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