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Com dívidas, crescem as dificuldades para renegociar as pendências. Por Danielle Bitetti





Olá, recentemente em entrevista ao portal InfoMoney dei dicas de como as pessoas devem agir nessas horas difíceis.


Clique aqui ou na foto para ir ao site ou Leia a reportagem completa abaixo!


Os brasileiros começaram 2019 mais endividados, segundo dados divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O porcentual de famílias brasileiras com algum tipo de dívida subiu de 59,8% em dezembro de 2018 para 60,1% em janeiro de 2019, apontou a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic).

Com tanta gente nessa situação, não é difícil que ocorram práticas administrativas para dificultar ainda mais a vida de quem está devendo.


Muitos contratos de financiamentos e prestações dificultam a vida do tomador de serviços pela falta de informação e clareza nos percentuais que são aplicados. Segundo a advogada Daniele Bitetti, especialista em Direito do Consumidor no Escritório Porto & Bitetti Advogados Associados é importante que o endividado conheça bem sua dívida.


“É essencial que o consumidor leia o contrato e descubra todos os detalhes que o compõe, incluindo juros, total a prazo e o que já foi pago”, explica.


Caso o credor dificulte o acesso às informações, principalmente ao contrato, procure um serviço de reclamação do órgão regulador da área, como o Banco Central, no caso de bancos, e a Anatel, no caso de empresas de telefonia. “O consumidor tem direito de saber todos os detalhes de sua dívida”, afirma Daniele.


Na hora de renegociar uma dívida, o consumidor deve tomar alguns cuidados para não piorar ainda mais a situação. Para isso, ele precisa estar informado de seus direitos.

Confira cinco exemplos citados pela advogada que o consumidor não deve aceitar:


1. Exigir a compra de um seguro para obter ou renegociar um crédito ou o limite do cheque especial. Essa prática é chamada de venda casada e proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.


2. Débito em conta corrente de valor que ultrapassa 30% do seu rendimento mensal ou, no caso do empréstimo consignado, 35%. Se você ganha R$ 1000 líquidos, por exemplo, o valor total do débito não pode ultrapassar R$ 300, no primeiro caso, ou R$ 350, no segundo. Há uma série de ações judiciais favoráveis a consumidores que tiveram retenção de salário depositado em conta superior a esses percentuais.


3. Pressão para a renegociação imediata da dívida por telefone, sem análise prévia da capacidade de pagamento do devedor. Além de não haver segurança na negociação por telefone, é mais difícil renegociar a dívida depois.


4. Oferta de linhas de crédito mesmo quando você está endividado. Muitas vezes, o consumidor já está comprometido com uma instituição financeira e ela continua oferecendo-lhe crédito, o que pode agravar a situação do endividado. Se o que você ganha não comporta mais uma parcela, não se deixe levar.


5. Falta de vontade na hora de informar o custo do produto financeiro que você está adquirindo. Não se conforme em saber o valor da parcela e faça questão de perguntar qual é a taxa de juros e o valor total que irá pagar. Isso é importante para que você se organize na hora de quitar suas dívidas.


Gostou das informações?

Se precisar de mais detalhes, ligue que nós te ajudamos. Porto & Bitetti Advogados Av. Giovanni Gronchi, 1294 – Morumbi, São Paulo/SP Tel: (11) 9 5580.8791